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domingo, 2 de julho de 2017

Contando as horas


Nessa rua escura e deserta,
onde encontro com a solidão,
a lua se derrama em lágrimas,
porque chora o meu coração.

Lágrimas da imensa saudade
dos teus lábios colados aos meus,
das tuas intensas carícias,
dos meus olhos refletidos nos teus.

Lentamente passam as horas,
a lua cedeu o lugar a aurora
estou a ponto de enlouquecer...

no badalar do velho relógio,
sinto que o tempo se arrasta, demora,
enquanto eu, conto as horas pra lhe ver.

3 comentários:

O Árabe disse...

Belo... e triste. Doce canto de saudade! Boa semana, fique bem.

Marina Fligueira disse...

¡Hola, wapa!

Nos dejas un precioso soneto, compuesto con un pizco de melancolía, mas no por eso pierde belleza, al contrario. Felicidades.

Me ha gustado leerte, gracias reina.

Un beso y feliz verano.

O Árabe disse...

Aguardo o próximo post. Boa semana!