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terça-feira, 11 de novembro de 2014

É complicado

Depois daquele escrito que colocou no blog, já não acredito, que não exista nada por lá. E o tempo passa, vou perdendo o caminho, as oportunidades, o brilho dos olhos, a vontade de prosseguir. Depois que descobri a mentira, para me enganar, dizendo ser para mim, alguma coisa em mim, morreu. Talvez a confiança, ou a esperança, ou quem sabe, os dois...
Queria imensamente saber o que leva um homem, que tem uma família, uma mulher bonita, que canta tanto a felicidade, o melhor casamento, o melhor marido... enfim é a segurança em pessoa, de tanto que sua vida vai bem, do tanto que dá sorte com tudo, a procurar outra, que nem bonita, é, cheia de problemas... Meu Deus, quanto procuro por respostas, quanto procuro por saber o que de fato existe por lá, já que os discursos são totalmente diferentes. Onde é que existe divergência, ou onde eles se encontram, realmente?
É difícil e complicado para mim, porque quando nos reencontramos, após 20 anos de separação, ele falava em casamento terminado, me enchia de esperança, de planos... O tempo foi passando e fui percebendo que havia alguma coisa muito errada, pelas atitudes e comportamentos. Vi meus sonhos indo embora, planos, ainda em projetos serem jogados ao lixo. Mas em contra partida, percebi que meus sentimentos, recolhidos, a mais de 20 anos, desabrocharam, sem que eu percebesse, ou pudesse fazer alguma coisa.
Hoje eu me procuro e não me encontro, porque perdi a noção do amar e o amo mais que tudo! Assim, cedo aos carinhos, embora sabendo, que tudo não passa de momentos, mas o sentimento fala mais alto e rouba todo espaço da razão, que me condena dia e noite, por estar me infiltrando numa história que não é minha. Também não quero ser pivô de problemas de ninguém. 
Mas como negar tudo que sinto? Como decidir, se a dúvida persiste, sobre o que de fato, existe, com relação a mim? Eu tento acreditar que ele goste, para justificar minha persistência, será que gosta? Nunca me faz acreditar que sim, porém não desmente. Deixa sempre a dúvida pairar no ar. Como acreditar que nada, por lá acontece, se entre o que se fala e o que vejo é contraditório? Também como posso julgar as atitudes, se desconheço a história de fato?

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