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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Amanheci triste

Amanheci triste. A noite me trouxe uma questão que está indefinida em minha cabeça. Saber o que você significa para alguém, ou até onde vale a pena continuar com algo, que nos deixa sempre, a impressão de descartável. Algo que parece, estarmos todo tempo impondo-nos uma presença.
Tenho sentido que já não existe mais vontade de estar comigo. Ou, quando isso acontece, (agora raro), sempre aparecem os compromissos, exatamente nesses dias e nessas horas. Completamente perceptível às inúmeras e sucessivas desculpas.
Preciso parar com isso! Preciso olhar pra mim e perceber quanto por dentro, estou arrasada. Quanto tenho me machucado. Mas eu coloco o meu amor acima de qualquer coisa. Vivo tentando justificar muitas coisas. Coisas bobas, mas que me desenham um quadro de indiferença e distanciamento. Não há interesses por nada meu, estou sempre preterida. Qualquer coisa, qualquer pessoa é sempre, mais importante.


As pessoas costumam acusar os companheiros, de mudarem ao longo da relação, mas esquecem de avaliar e se questionar o porquê. Esquecem que o amor é como uma plantinha; precisa ser regado, cuidado.
Estou me sentindo cansada de lutar, por algo que cada vez, se distancia mais de mim e que sinto jamais vou poder alcançar. Já tive momentos de ter vontade de dizer: olha pra mim, amor! Veja tudo que sinto e como me sinto.
Mas eu preciso entender, que esse é, e sempre foi um sonho apenas meu. Que não posso querer que ele seja compartilhado com ninguém.

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