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quarta-feira, 9 de maio de 2007







Tenho pena desse mundo materialista, onde as pessoas por mais que acumulem fortunas, jamais são felizes! Sempre estão em busca de algo, que lhes traga mais vantagem, maiores ganhos. E esquecem de viver as simples e verdadeiras emoções. Quantos possuem fortunas acumuladas e um enorme vazio na alma? Quantos passam pela vida e nem têm tempo de vivê-la? Quantos fazem questão de terem não o mais belo jardim, com flores simples, que perfumam o ar, mas aquele bem arquitetado, que todos possam admirar, pela riqueza da obra, sem ao menos desfrutarem do perfume de suas flores? Quantos vivem cercados de pessoas bem posicionadas, mas amargam uma enorme solidão em seus quartos?
Temos escolhas na vida e elas, muitas vezes, nos levam por caminhos nebulosos. Infelizmente, não nos contentamos com nossos jardins, simples, cultivados carinhosamente por nossas mãos, cujo perfume e beleza, encantam os olhos e preenchem a alma. Queremos mais! Aquele, com plantas ornamentais importadas, flores extravagantes, cuja grandeza ressalta aos olhos, mas não nos diz nada. Verdadeiramente, não é nosso. Não sabemos como lidar com ele. Não faz parte do nosso meio, ou, nos sentimos no meio errado.
O homem não precisa TER bens, para SER feliz. Esse é o grande desacerto da humanidade. Essa idéia errada, transforma homens em máquinas, pessoas de almas, em corpos vazios, sem emoções. Felizes são aqueles que conseguem construir seu mundo dentro da verdade, conservando seus princípios, seus valores, sem nunca perderem a essência. Porque não precisam colocar máscaras.
O homem é dono do próprio destino, porém nem sempre faz a escolha apropriada.

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